sexta-feira, 9 de julho de 2010

Compaixão e pobreza interior

"Bem-aventurado o homem que suporta o proximo em sua fragilidade, como quereria por ele ser suportado, se em circunstâncias semelhantes se encontrasse. Bem-aventurado o servo que atribui todos os seus bens ao Senhor Deus, porque aquele que reserva para si alguma coisa, esconde dentro de si o dinheiro do seu Senhor e o que julga possuir, ser-lhe-á tirado." Exortação 18.
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No nosso dia a dia, as vezes a ganância nos leva até certo ponto em que esquecemos a essência da nossa vida, colocamos de fora aquele que é vida, que nos dá vida e que o autor de todos os bens, e se não estou em erro é o verdadeiro bem. Muita das vezes estamos disponíveis para receber carinhos, cuidados ou ser suportados e se nós o fazemos, atá o fazemos para receber daí recompensas, glórias... E fica a questão, será que não podemos dar, fazer o mesmo ao que gostarímos que nos fizessem? Irmãos pensemos um pouco nisso. No mesmo rumo, é um grande passo na pobreza interior reconhecermos que tudo o que recebemos e temos, não nos pertence, vem de Deus, e procuremos neste sentido retribuir ao dono num espírito de gratidão, pois o que recebestes de graças dai de graças.

N. Ontem não nos foi possível partilhar convosco alguma informação que temos vindo a dar a conhecer (Os Escritos de S. Francisco), por isso, as nossas sinceras desculpas.


Frei Tendai

1 comentário:

  1. Frei Tendai. Há muito que não partilhava do vosso blog, por não ter estado por perto de vós fisicamente. Vejo que continuais a encher da vossa riqueza espiritual, ao jeito franciscnao, os frequentadores do nosso blog. Fiquei feliz pela tua partilha. Obrigado!

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